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Humberto Santos

Ligando você a notícia

 

 

Contatos: humbertosantos@oi.com.br



Escrito por HUMBERTO SANTOS às 16h22
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Juiz de Guarabira cai de segundo andar e sofre traumatismo na face

O juiz das execuções penais de Guarabira, Bruno César Azevedo Isídrio,
foi vítima de um grave acidente, ocorrido neste domingo (27), em
Camboinha, litoral paraibano. Ele aproveitava o período de recesso
forense para descansar com a esposa na conhecida praia do estado. Neste
domingo o juiz realizou um passeio de lancha e logo depois se recolheu
ao apartamento em companhia da esposa, em prédio localizado na própria
praia de Camboinha. Segundo informações da esposa, ao repórter Jota Alves, o Dr. Bruno ao chegar ao apartamento, no segundo andar do edifício, ficou por alguns minutos na varanda, próximo ao parapeito, onde perdeu o equilíbrio e caiu.

[Pal-Juiz-Bruno-A-ESMA_1[1].jpg]

Dr.
Bruno César foi socorrido para o Hospital da Unimed, em João Pessoa.
Segundo informações de Daniela Azevedo, esposa do Juiz, ele sofreu
traumatismo na face e encontra-se na UTI do hospital, em coma induzido.
Seu estado é estável. Segundo os médicos o juiz não corre risco de morte.

Coma induzido?

Trata-se
de um procedimento médico usado para recuperar o cérebro de um
indivíduo que tenha sofrido derrame ou traumatismo craniano. Nesses
casos, a lesão no tecido nervoso provoca um inchaço (o chamado edema),
comprimindo os vasos sangüíneos. Com isso, o sangue pára de circular na
região afetada, causando a morte dos neurônios. Se as células nervosas
continuarem trabalhando em seu ritmo normal, a tendência é o edema
aumentar cada vez mais, comprometendo outras áreas cerebrais - daí, a
necessidade do coma induzido. O paciente recebe, por via intravenosa,
medicamentos como barbitúricos, que diminuem a atividade celular em
todo o corpo - especialmente no cérebro, deixando-o inconsciente -,
enquanto as funções vitais são mantidas por aparelhos. "Com o
metabolismo lento, os neurônios utilizam menos glicose, como se
estivessem em repouso. Assim, há melhores condições para o tecido
cerebral se recuperar da agressão", diz o neurocirurgião Flávio
Settanni, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Quando se
obtém sucesso, o processo é revertido com a retirada lenta e
progressiva dos medicamentos, até que o indivíduo volte à consciência.

 

 

O FUTURO É DEZ; É 2010: Emiliano Silva e Robenildo Moura vão comandar a programação da virada


Como acontece todos os anos, a Rádio Constelação FM vai comandar a
festa do réveillon. Para a virada de 2009, o Coordenador de Programação
e Jornalismo da emissora, Humberto
Santos, garantiu que tudo está sendo preparado com muito carinho e que,
com certeza, o público ouvinte terá uma excelente programação para
marcar a chegada do novo ano. “Vem aí um ano dez. E para recebê-lo
teremos uma programação também dez”, adiantou Humberto.

O tema escolhido pela 92 FM para comandar a virada é: “O futuro é dez; é 2010”. 

Emiliano Silva e Robenildo Moura vão comandar a programação da virada.




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Emiliano Silva e Robenildo Moura

Tradicionalmente,
a população do Brejo acompanha a contagem regressiva pela Constelação
FM: sempre com muita música, descontração e alegria. Os
locutores da 92 FM anunciam a chegada do novo ano sob a explosão de fogos de artifícios em toda região.



Escrito por HUMBERTO SANTOS às 16h21
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Com o tema: “O futuro é dez; é 2010” a Constelação FM comandará a festa da virada

fogos artificio

 

Como acontece todos os anos, a Constelação FM, vai comandar a audiência em toda região na hora da virada.  Neste ano o Coordenador de Programação e Jornalismo da emissora, Humberto Santos, garante que tudo está sendo preparado com muito carinho e que, com certeza, o público ouvinte terá uma excelente programação para marcar a chegada do novo ano. “Vem aí um ano dez. E para recebê-lo teremos uma programação também dez”. Adiantou Humberto. 

O tema escolhido pela 92 FM para comandar a virada é: “O futuro é dez; é 2010”.

Tradicionalmente, a população da região, acompanha a contagem regressiva pela Constelação FM: Sempre com muita música, descontração e alegria. E Quando os locutores da  92 FM anunciam a chegada do novo ano há uma grande explosão de fogos de artifícios em toda região e as pessoas festejam e se confraternizam com a chegada do novo ano.

Acompanhe você também o Reveillon 2010 da Constelação FM.    VAI SER DEZ...

FELIZ 2010 !!!

 

 

 



Escrito por HUMBERTO SANTOS às 09h17
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Em Serraria: Mulher de 45 anos morre carbonizada dentro de casa 

Segundo informações da polícia, a senhora Expedita Clementino, de 45 anos,  morreu carbonizada, na madrugada de hoje, dia 23,  em decorrência de um incêndio em sua residência. Populares informaram que a mesma manejava com fogo no interior da casa, porém as causas ainda não foram esclarecidas.

Vizinhos informaram que Expedita tinha câncer e estava muito deprimida



Escrito por HUMBERTO SANTOS às 09h46
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Moradores da faixa da pista se revoltam contra Fátima Paulino



Agenor - comerciante da Faixa da Pista

Agenor - comerciante da Faixa da Pista


Os moradores da Faixa da Pista (rua
Otacílio Lira Cabral) promoveram um protesto na manhã desta
segunda-feira, 21, na rodovia PB-073 que liga Guarabira a João Pessoa.
Eles protestavam contra uma decisão judicial que deu ganho de causa à
família de Osmar de Aquino, que movia um processo pedindo a desocupação
das terras pertencente à fazenda Milhã.


No ano passado (2008) em plena campanha
eleitoral (11 de setembro), os moradores receberam uma citação da
justiça determinando a saída dos moradores e comerciantes do local e
naquela ocasião gerou-se um tumulto.

Beto Meireles
Beto Meireles

Segundo os moradores a prefeita de

Guarabira Fátima Paulino que era candidata a reeleição se aproveitou do
ensejo e prometeu a todos que o problema seria solucionado, pois ela
desapropriaria a área envolvida e negociaria com os herdeiros da
fazenda.

A cópia de um Decreto Lei publicado no

dia 13 de setembro de 2008, assinado pela prefeita, não deixa dúvida em
relação a denúncia dos moradores.

O terreno em questão mede uma área de

1000 metros de cumprimento por 20 de largura, nele há várias
construções residenciais e comerciais consideradas irregulares.

O vereador Beto Meireles esteve no

local prestando solidariedade aos moradores e disse que a prefeita de
Guarabira, bem como todo o grupo Paulino usou politicamente o fato e
enganou os moradores da Faixa da Pista.


cópia do Diário Oficial distribuído pela prefeita e prometendo resolver o problea dos moradores

cópia do Diário Oficial distribuído pela prefeita e prometendo resolver o problea dos moradores




Escrito por HUMBERTO SANTOS às 21h16
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PERIGO NAS ESTRADAS: Três pessoas morrem em acidentes em Itapororoca, Belém e Dona Inês

ITAPOROROCA : Um grave acidente aconteceu por volta das 18h30 desta sexta-feira (13), em Itapororoca, município que fica a 33 km de Guarabira.

O fato ocorreu com o jovem João Batista, de apenas 20 anos. Segundo
testemunhas, o rapaz estava vinha do distrito de Lagoa do Saco em
direção a cidade de Itapororoca, quando, depois da tentativa de
ultrapassar um caminhão de cana, colidiu de frente com um veículo
Celta, que trafegava com destino a Araçagi.

Populares também informaram que o impacto da moto com a
lateral do Celta foi tão forte que um dos pneus do automóvel estourou.
João Batista sofreu fortes lesões na cabeça.

De acordo com relato de testemunhas, o jovem, que trabalhava
como mototaxista, ficou entre os dois veículos. Ele ainda foi
socorrido, pela ambulância do município, ao hospital de Trauma Senador
Humberto Lucena, em estado gravíssimo.

O mototaxista estava sem capacete. Parentes disseram que o jovem tinha recebido a moto de presente da avó há quinze dias atrás.

Um amigo da vítima que vinha na moto como passageiro fraturou apenas uma perna.

BELÉM

VÍTIMA: CARLOS MAGNO DA SILVA, 53 anos, motorista, residente na cidade de Caxias-MA.

RELATO: A vítima estava conduzindo um veiculo Caminhão VW modelo-13180, ano 2000, cor branca, placa CZB 3859-MA, na Rodovia PB-105 trecho Bananeiras à Belém, na Ladeira do Moura perdeu o controle do veículo e tombou. Segundo informações de populares o motorista pulou do veículo sofrendo escoriações pelo corpo, sendo socorrido por uma ambulância para Hospital Regional de Belém-PB, em seguida transferido para o Hospital Regional de Guarabira-PB,  onde deu entrada sem vida.

PROVIDÊNCIAS: Compareceu ao local a guarnição na viatura 0600, comandada pelo Cb PM Lira, que fez o levantamento da ocorrência tomando as providencias cabíveis. Informou ao COPOM o Sgt PM Zenildo, às 13hs

 

DONA INÊS

VÍTIMA: JOSE ANTONIO DA SILVA, 78 anos, aposentado, residente no Sitio Queimadas, município de Dona Inês-PB.

RELATO: A vítima conduzia o veículo Voyage, cor bege, ano 1991, placa MNU1464-PB, pela rodovia que liga o Distrito do Bilingui a Dona Inês-PB, quando numa curva na localidade Serra do Sítio, perdeu o controle dom veículo e se chocou com uma árvore (jaqueira), vindo a óbito no local.

PROVIDÊNCIAS: Compareceu ao local a guarnição na viatura 0928, comandada pelo Sgt PM Edivonaldo, que efetuou o levantamento da ocorrência, tomando todas as providências. Informou ao COPOM o Cb PM César, às 18hs50min.



Escrito por HUMBERTO SANTOS às 10h31
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Arquivo Secreto
 

No estado em que me achava, meio acordado, meio dormindo, me vi dentro de uma sala. Não existia nada de interessante nela, exceto uma parede cheia de gavetas para cartões. Aqueles cartões que existem em bibliotecas públicas, de arquivo de livros, etc. Mas estes arquivos, além de irem do chão ao teto, pareciam não ter fim e tinham também títulos bem diferentes.

Quando me aproximei destes arquivos, o primeiro título a me chamar atenção foi "Garotas de quem eu gostei". Abri-o e comecei a ver os cartões um por um, para logo fechar a gaveta, surpreso em reconhecer os nomes ali escritos.

De repente, sem ninguém precisar me dizer, descobri onde estava. Esta sala sem vida, era, na realidade, o catálogo da minha vida. Aqui estava tudo organizado por ações, todos os meus momentos, grandes e pequenos, em detalhes que minha mente não podia acompanhar. Um senso de curiosidade e espanto, misturado com horror surgia dentro de mim ao abrir cada gaveta para descobrir seu conteúdo. Algumas me traziam belas alegrias e contentamento, saudade e memórias. Outras me traziam uma vergonha tão grande que olhei por detrás de mim para ver se havia alguém me espiando. O arquivo intitulado "Amigos" estava ao lado do arquivo "Amigos que traí". Os títulos iam do mero mundano à extrema loucura: "Livros que li", "Mentiras que contei", "Conselhos que dei", "Piadas das quais ri". Alguns eram hilariantes devido à sua exatidão: "Coisas que gritei aos meus irmãos". Em outros não havia a menor graça: "Coisas que fiz quando estava com raiva", "Palavras que proferi contra meus pais por trás deles". Eu não parava de me surpreender com cada conteúdo que se apresentava. Alguns arquivos tinham normalmente mais cartões do que eu esperava. E outras vezes, menos do que eu sonhava. Eu estava estupefato com o volume de coisas que fiz durante minha curta vida. Como eu pude ter tido o tempo necessário para escrever esses milhões e milhões de cartões, cada um em sua exatidão?!? Mas cada cartão confirmava uma verdade. Cada um deles eu havia escrito com meu próprio punho e constava a minha assinatura em todos.

Quando puxei o arquivo "Erros que cometi", vi que o arquivo crescia para conter todo o seu conteúdo. Depois de puxar uns 4 ou 5 metros resolvi fechá-lo mais envergonhado do que nunca. Não somente pela qualidade depravada do seu conteúdo, pelas pessoas que magoei e também pelo vasto tempo perdido em minha vida que todo aquele arquivo representava.

Cheguei então num arquivo intitulado "Atitudes imorais". Senti um calafrio percorrer todo o meu corpo. Abri a gaveta somente um pouquinho, pois não estava a fim de testar o tamanho, e tirei um dos cartões. Fiquei todo arrepiado com o conteúdo. Senti-me muito mal em saber que estes momentos haviam sido gravados. Uma raiva animal tomou posse de mim. Um pensamento então me disse: "Ninguém deve saber da existência desses cartões! Ninguém deve entrar nesta sala! Tenho que destruir tudo!". Em frenéticos e loucos movimentos puxei uma das gavetas, estendendo metros e metros de conteúdo infinito. O tamanho do arquivo não importava. Nem o tempo que eu levaria para destruí-lo.

Quando a gaveta saiu, joguei-a no chão, de cabeça para baixo, e descobri que todos os cartões estavam grudados! Fiquei desesperado e peguei um bolo de cartões para rasgá-los. Não consegui. Peguei um só então. Era duro como aço quando tentei rasgá-lo. Derrotado e cansado, retornei a gaveta de volta ao seu lugar e encostando minha cabeça contra a parede, deixei um triste suspiro sair de mim.

Foi então que eu vi: um arquivo novo, como se nunca tivesse sido usado. A argolinha para puxar brilhando de limpa debaixo do título "Pessoas com quem falei de Cristo." Puxei o arquivo - 5 centímetros de comprimento. Eu podia conter os cartõezinhos em minha mão. Aí, então, as lágrimas vieram. Comecei a chorar. Soluços tão profundos que machucavam meu estômago e me faziam tremer todo. Caí de joelhos e chorei mais e mais. Chorei de vergonha, de pura vergonha. A infinita parede de arquivos, já embaçada pelas minhas lágrimas olhava de volta para mim, imóvel, insensível. Pensei: "Ninguém pode entrar aqui. Tenho que trancar esta sala e destruir ou esconder a chave."

Quando tentava enchugar as lágrimas eu O vi. Não! Ele não! Não aqui! Todo mundo, menos Jesus! Olhei-O, sem poder fazer nada, enquanto ele aproximou-se das gavetas e começou a abrí-las, uma por uma, lendo os seus conteúdos. Eu não podia ver a qual era a Sua reação. Nos momentos em que tomava coragem suficiente para olhar em Seu rosto, eu via uma tristeza bem mais profunda do que a minha. E parece que Ele ia exatamente nos piores títulos. E Ele tinha que ler cartão por cartão? Finalmente, Ele virou-se e ficou me olhando, desde o outro lado da sala onde estava. Olhou-me com dó em Seus olhos. Não havia nenhuma raiva. Abaixei a cabeça e comecei a chorar, cobrindo minha face com as mãos. Ele andou até mim, abraçou-me, mas não me disse nada. Ah! Ele poderia ter dito tantas coisas! Mas não abriu a boca. Simplesmente chorou comigo.

Depois, levantou-se e dirigiu-se para a primeira fila de arquivos. Abriu a primeira gaveta, numa altura que eu não alcançava, tirou o primeiro cartão e assinou o Seu nome. E assim começou a fazer com todos os cartões. Quando percebi o que Ele estava fazendo gritei "Não!" bem alto, correndo em Sua direção. Tudo o que eu podia dizer era: "Não!" "Não!". Seu nome não deveria estar nestes cartões. Mas ali estava, escrito num vermelho tão rico, tão escuro e tão vívido. O nome de Jesus cobriu o meu. Estava escrevendo com Seu próprio sangue. Ele olhou para mim um tanto triste e continuou a assinar. Nunca entenderei como Ele assinou todos os cartões tão depressa, pois quando me dei conta, Ele já estava ao meu lado. Colocou a mão no meu ombro e disse-me: "Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões, e dos teus pecados não me lembro", "Está consumado." Levantei-me e Ele levou-me para fora daquela sala. Não existia fechadura na porta, e ainda existem muitos cartões a serem escritos...

Se você se sente da mesma maneira, ainda há tempo de você mudar, e deixar Jesus usá-lo como instrumento para que o Seu amor possa tocar em outras vidas.

Meu arquivo "Pessoas com quem falei de Cristo" está um pouquinho maior agora.

Autor desconhecido


Escrito por HUMBERTO SANTOS às 10h34
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Lâmpada Queimada

Era véspera de Natal. Em todas as casas havia intensa alegria.
Nas ruas, era grande o movimento. Pessoas transitavam com pacotes, entrando e saindo de lojas cheias de compradores e vendedores ansiosos.

O homem e a mulher se aproximaram de um restaurante.
A mulher trazia nos olhos o brilho dos que sabem compartilhar alegrias e se sentem felizes com pequenas coisas.
O homem se apresentava carrancudo.
O rosto marcado por rugas de preocupação.
No coração, um tanto de revolta.
Sentaram-se à mesa e, enquanto ela olhava o cardápio, procurando algo simples e gostoso para o lanche, ele começou a reclamar.
Reclamou que as coisas não estavam dando certo.
Ele tinha investido em um determinado produto em sua loja, contando que as vendas fossem excelentes, mas não foram.
O produto não era tão atraente assim.
Ou talvez fosse o preço.
Enfim, o comerciante reclamava e reclamava.
De repente, ele parou de falar.
Observou que sua esposa parecia não estar ouvindo o que ele dizia.
Em verdade, ela estava mesmo era em outra esfera.
Olhava fixamente para uma árvore de natal que enfeitava o balcão do pequeno restaurante. Sim, ela não estava interessada na sua conversa. Ele também olhou na mesma direção e, de forma mecânica, comentou : a árvore está bem enfeitada, mas tem uma lâmpada queimada no meio das luzes.
É verdade, respondeu a mulher.
Há uma lâmpada queimada.
E você conseguiu vê-la porque está pessimista, meu amor.
Não conseguiu perceber a beleza das dezenas de outras luzes coloridas que acendem e apagam, lançando reflexos no ambiente.
Assim também acontece com a nossa vida.
Você está reclamando da venda do produto que não deu certo e se mostra triste.
Mas está esquecido das dezenas de bênçãos que brilharam durante todo o ano para nós.
Você está fixando seu olhar na única lâmpada que não iluminou nada.
Não há dúvida de que acharemos, no balanço das nossas vidas, diversas ocorrências que nos infelicitam.
Podemos chegar a sentir como se o mundo ruísse sob os nossos pés.
Porém, a maior tristeza que pode se abater sobre a criatura, multiplicando dificuldades para o espírito, é o mau aproveitamento das oportunidades que Deus lhe concede, para evoluir e brilhar.
Meditemos sobre isso e descubramos as centenas de lâmpadas que brilham em nossos caminhos.
Ao lado das dores e problemas que nos atingem as vidas, numerosas são as bênçãos que nos oferece a divindade.
Apliquemo-nos no dom de ver e ouvir o que é bom, belo e positivo.
Contemplemos a noite que se estende sobre a terra e sem nos determos no seu manto escuro, descubramos no brilho das estrelas as milhares de lâmpadas que Deus posicionou no espaço para encher de luz os nossos olhos.

Acostumemo-nos a observar e a ver o bem em toda a parte a fim de que a felicidade nos alcance e possamos sentir a presença do criador, que é amor na sua expressão maior, Sustentando nossas vidas.



Escrito por HUMBERTO SANTOS às 16h07
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MÃES DO SIM...

MÃES DO NÃO...


Um dia, quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes:

Eu os amei o suficiente para ter perguntado: onde vão, com quem vão e a que horas regressarão?

Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.

Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram da mercearia e os fazer dizer ao dono: "Nós roubamos isto ontem e queríamos pagar".

Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês 2 horas, enquanto limpavam o seu quarto; tarefa que eu teria realizado em 15 minutos.

Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.

Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.

Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso. Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.

Estou contente, venci... porque no final vocês venceram também! E qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, meus filhos vão lhes dizer quando eles lhes perguntarem se a sua mãe era má: "Sim... Nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo.

As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos de comer cereais, ovos e torradas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos de comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. E ela obrigava-nos a jantar à mesa, bem diferente das outras mães, que deixavam os filhos comerem vendo televisão.

Ela insistia em saber onde nós estávamos a toda hora. Era quase uma prisão. Mamãe tinha que saber quem eram os nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia que lhe disséssemos que íamos sair, mesmo que demorássemos só uma hora ou menos.

Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela violou as leis de trabalho infantil. Nós tínhamos de lavar a louça, fazer as camas, lavar a roupa, aprender a cozinhar, aspirar o chão, esvaziar o lixo e todo o tipo de trabalhos cruéis. Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.

Ela insistia sempre conosco para lhe dizermos a verdade, e apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, ela até conseguia ler os nossos pensamentos.

A nossa vida era mesmo chata.

Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que nós saíssemos. Tinham de subir, bater à porta para ela os conhecer. Enquanto todos podiam sair à noite com 12, 13 anos, nós tivemos de esperar pelos 16.

Por causa da nossa mãe, nós perdemos imensas experiências da adolescência. Nenhum de nós esteve envolvido em atos de vandalismo, violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.

Foi tudo por causa dela. Agora que já saímos de casa, nós somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "pais maus", tal como a nossa mãe foi.

Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje:
Não há suficientes Mães NÃO...

Dr. Carlos Hecktheuer



Escrito por HUMBERTO SANTOS às 07h44
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A CRIANÇA E DEUS

Uma criança pronta para nascer perguntou a Deus:
- "Dizem-me que estarei sendo enviado à Terra amanhã... Como eu vou viver lá, sendo assim pequeno e indefeso?"
E Deus disse:
- "Entre muitos anjos, eu escolhi um especial para você. Estará lhe esperando e tomará conta de você."
Criança:
- "Mas diga-me: aqui no Céu eu não faço nada a não ser cantar e sorrir, o que é suficiente para que eu seja feliz. Serei feliz lá?"
Deus:
- "Seu anjo cantará e sorrirá para você... A cada dia, a cada instante, você sentirá o amor do seu anjo e será feliz."
Criança:
- "Como poderei entender quando falarem comigo, se eu não conheço a língua que as pessoas falam?"
Deus:
- "Com muita paciência e carinho, seu anjo lhe ensinará a falar."
Criança:
- "E o que farei quando eu quiser Te falar?"
Deus:
- "Seu anjo juntará suas mãos e lhe ensinará a rezar."
Criança:
- "Eu ouvi que na Terra há homens maus. Quem me protegerá?"
Deus:
- "Seu anjo lhe defenderá mesmo que signifique arriscar sua própria vida."
Criança:
- "Mas eu serei sempre triste porque eu não Te verei mais."
Deus:
- "Seu anjo sempre lhe falará sobre Mim, lhe ensinará a maneira de vir a Mim, e Eu estarei sempre dentro de você."
Nesse momento havia muita paz no Céu, mas as vozes da Terra já podiam ser ouvidas. A criança, apressada, pediu suavemente:
- "Oh Deus, se eu estiver a ponto de ir agora, diga-me por favor, o nome do meu anjo."
E Deus respondeu :
- "Você chamará seu anjo de ... MÃE!"


DESABAFO DE UM FILHO

   Perdoa-me pai. É importante que leia meu desabafo. Sempre falei que quando crescesse, queria ser igual ao senhor, mas... Infelizmente eu mudei de idéia. Não imagina o que sofremos quando anoitece e não vem para o nosso jantar, pois só chega em casa quando já estou dormindo, assim mesmo embriagado. Olhe pai! Quando o senhor sai de casa, sempre sabemos que ali está saindo um pai de família respeitável e admirável; porém jamais sabemos quem é que vai voltar: Um monstro? Um leão enfurecido, ou um porco enlamaçado.
   Olhe meu pai, não me importa que chute meus brinquedos, pise-os; atire-os contra a parede. Que bata raivosamente em mim sem motivo, quando lhe pergunto: Porque o senhor não para de beber meu pai? Pai, eu não mim envergonho de usar roupas velhas, sapatos furados e nem me incomodo com o pouco alimento que como; na verdade meu pai, nada disso teria importância se o senhor não bebesse.
   Por favor, papai, não fique parado nos bares perdendo seu tempo, seu dinheiro, sobretudo, sua saúde; bebendo e farreando ao lado daqueles que dizem serem seus “amigos”. Lembre-se pai: Nós precisamos do senhor! Eu queria apenas tê-lo em casa todas as noites para poder dizer antes de deitar-me: Dê-me a sua benção papai!... Sabe meu pai, eu senti muita pena em vê-lo um dia desse deitado na calçada quente e imunda. Os garotos que passavam começaram atirar-lhe pedras; seus cigarros estavam espalhados pelo chão; seus bolsos revirados e, lá estavam uma ou duas garrafas de cachaça, quebradas a seus pés.
   Pedi para que não fizessem aquilo e, eles me perguntaram: Você conhece este bêbado cachaceiro? Puxa meu pai! Tive vontade de dizer NÃO!!! Mas, foi com o senhor que aprendi quando me disse: Filho, o verdadeiro homem não diz mentiras. Então tomei coragem e respondi: Sim! Conheço. Este é o meu pai! Eles riram na minha cara e falaram: Se fossemos você teríamos vergonha de chamar esse verme bêbado de pai! Poxa pai; baixei a cabeça, humilhado. Meus olhos se encheram de lágrimas e eu, em soluços CHOREI!
   Tentei erguê-lo e pedi para que o senhor se levantasse meu pai. Enxuguei seu rosto suado pelo sol do meio-dia; contudo, meus esforços foram inúteis, pois eu não tinha forças para levantá-lo. O senhor parecia não ouvir e só gemia, dizendo palavras incompreensíveis enquanto rolava de um lado para o outro na calçada quente e imunda. Os garotos foram embora dizendo: Deixe-o aí, pode ser que ao tentar atravessar a rua, um caminhão passe por cima e o mate!
   Pai! Foi duro ouvir aquilo. Eu senti como se o mundo inteiro desabasse sobre mim.
   Querido pai, porque o senhor não procura os Alcoólicos Anônimos para deixar de beber? Existem muitos deles na nossa cidade e todos eles afirmam que o A.A. funcionou para eles. Por que o senhor não tenta freqüentar um grupo de A.A. meu pai? É muito bom e, talvez seja sua grande e única oportunidade com relação à bebida. Não se envergonhe papai, lá eles irão recebê-lo bem e tentará que o senhor se agarre nesta mão firme de A.A.
   Antes de terminar, quero que saiba de uma coisa papai: O voto que fiz de amá-lo e querer-lhe bem, hei de cumprir; mas quando crescer não quero ser igual ao senhor.

Autor desconhecido



Escrito por HUMBERTO SANTOS às 08h20
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PEQUENOS GESTOS

É curioso observar como a vida nos oferece resposta aos mais variados questionamentos do cotidiano...

Vejamos:

A mais longa caminhada só é possível passo a passo...
O mais belo livro do mundo foi escrito letra por letra...
Os milênios se sucedem, segundo a segundo...
As mais violentas cachoeiras se formam de pequenas fontes...
A imponência do pinheiro e a beleza do ipê,
Começaram ambas na simplicidade das sementes...
Não fosse a gota não haveria chuvas...
O mais singelo ninho se fez de pequenos gravetos...

E a mais bela construção não se teria efetuado

Senão a partir do primeiro tijolo...
As imensas dunas se compõem de minúsculos grãos de areia...
Como já refere o adágio popular,
Nos menores frascos se guardam as melhores fragrâncias...
É quase incrível imaginar que apenas sete notas musicais
Tenham dado vida à "Ave Maria", de Bach, e à "Aleluia", de Hendel...
O brilhantismo de Einstein e a ternura de Tereza de Calcutá
Tiveram que estagiar no período fetal...
Nem mesmo Jesus, expressão maior de Amor,
Dispensou a fragilidade do berço...

... Assim também, o mundo de paz, de harmonia e de amor com que tanto sonhamos só será construído a partir de Pequenos Gestos de compreensão, solidariedade,
respeito, ternura, fraternidade, benevolência, indulgência e perdão, dia a dia...
 

Ninguém pode mudar o mundo...
Mas podemos mudar uma pequena parcela dele...
Esta parcela nós chamamos de "Eu".
Não é fácil nem rápido...
Mas vale a pena tentar!

Vamos lá, não percamos a oportunidade...

Fábio Azamor



Escrito por HUMBERTO SANTOS às 08h28
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Acreditar na vida... é ter esperança no amanhã

ACREDITAR NA VIDA
É TER ESPERANÇA NO AMANHÃ.

SABER QUE APÓS A NOITE VEM O DIA.

VIVER INTENSAMENTE AS EMOÇÕES!

APRECIAR O NASCER E O PÔR-DO-SOL.

APROVEITAR TODOS OS MOMENTOS…

VENCER A DEPRESSÃO!

FAZER TRABALHO VOLUNTÁRIO

CONFIAR NA VOZ DA INTUIÇÃO.

PERDOAR ...

ESTIMULAR A CRIATIVIDADE.

NÃO SE PRENDER A DETALHES.

CHORAR DE FELICIDADE…

DEIXAR PARA LÁ.

TER PENSAMENTO POSITIVO.

RESPEITAR OS SENTIMENTOS DOS OUTROS.

RIR SOZINHO.

SER SINCERO.

ENCONTRAR A FELICIDADE NAS PEQUENAS COISAS.

ENTENDER QUE SOMOS PESSOAS ÚNICAS.

É DANÇAR SEM MEDO.

NÃO SE APEGAR A BENS MATERIAIS.

RESPIRAR A BRISA DO MAR.

OUVIR A MELODIA SUAVE DE UMA FONTE.

OBSERVAR A NATUREZA.

ADORAR UM DIA DE CHUVA.

TER MOTIVAÇÃO!

ENXERGAR ALÉM DAS APARÊNCIAS.

DESCOBRIR QUE PRECISAMOS DOS OUTROS.

ESQUECER O QUE JÁ PASSOU.

BUSCAR NOVOS HORIZONTES.

PERCEBER QUE SOMOS HUMANOS.

VENCER A NÓS MESMOS.

VER A BELEZA DA ALMA.

SAIR DA PASSIVIDADE.

SABER QUE A VIDA É CONSEQÜÊNCIA DE NOSSAS ATITUDES…

NÃO ADIAR DECISÕES.

MIMAR A CRIANÇA INTERIOR.

DEIXAR ACONTECER…

PRATICAR A HUMILDADE.

CURTIR AS PEQUENAS VITÓRIAS.

VIVER APAIXONADO PELA VIDA!

ENTENDER QUE HÁ LIMITES.

TER AUTO-ESTIMA.

COLOCAR SUA ENERGIA POSITIVA EM TUDO QUE REALIZAR!

VER A VIDA COM OUTROS OLHOS…

SÓ SE ARREPENDER DO QUE NÃO FEZ.

FAZER PARCERIAS COM OS AMIGOS.

DORMIR FELIZ.

AMAR…

SABER QUE ESTAMOS SÓ DE PASSAGEM.

APROVEITAR AS OPORTUNIDADES.

E.... OUVIR O CORAÇÃO…

texto de
Noelson Paim



Escrito por HUMBERTO SANTOS às 08h27
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Uma simples mulher

Uma simples mulher existe que,
pela imensidão do seu amor,
tem um pouco de Deus,
e pela constância de sua dedicação
tem um pouco de anjo;
que, sendo moça, pensa como uma anciã
e, sendo velha,
age com todas as forças da juventude;
quando ignorante,
melhor que qualquer sábio
desvenda os segredos da natureza,
e, quando sábia,
assume a simplicidade das crianças.

Pobre, sabe enriquecer-se com a felicidade dos
que ama e, rica, empobrecer-se para que seu
coração não sangre, ferido pelos ingratos.

Forte, entretanto, estremece ao choro duma
criancinha, e fraca, não se altera
com a bravura dos leões.

Viva, não sabemos lhe dar o valor
porque à sua sombra todas as dores se apagam.

Morta, tudo o que somos e tudo que temos
daríamos para vê-la de novo,
e receber um aperto de seus braços
e uma palavra de seus lábios.

Esta maravilhosa mulher chama-se: MÃE.



Escrito por HUMBERTO SANTOS às 08h49
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O Ateu

Conta-se que um farmacêutico se dizia ateu e vangloriava-se de seu ateísmo. Deus, com certeza, deveria ser uma quimera, uma dessas fantasias para enganar a pessoas incautas e menos letradas.
Talvez alguns mais desesperados que necessitassem de consolo e esperança.

Um dia, no quase crepúsculo, uma garotinha adentrou sua farmácia. Era loira, de tranças e trazia um semblante preocupado. Estendeu uma receita médica e pediu que a preparasse.

O farmacêutico, embora ateu, era homem sensível e emocionou-se ao verificar o sofrimento daquela pequena, que, enquanto ele se dispunha a preparar a fórmula, assim se expressava:
Prepare logo, moço, o médico disse que minha mãe precisa com urgência dessa medicação.

Com habilidade, pois era muito bom em seu ofício, o farmacêutico preparou a fórmula, recebeu o pagamento e entregou o embrulho para a menina, que saiu apressada, quase a correr.

Retornou o profissional para as suas prateleiras e preparou-se para recolocar nos seus lugares os vidros dos quais retirara os ingredientes para aviar a receita.

É quando se dá conta, estarrecido, que cometera um terrível engano. Em vez de usar uma certa substância medicamentosa, usara a dosagem de um violento veneno, capaz de causar a morte a qualquer pessoa.

As pernas bambearam. O coração bateu descompassado. Foi até a rua e olhou. Nem sinal da pequena. Onde procurá-la? O que fazer?
De repente, como se fosse tomado de uma força misteriosa, o farmacêutico se indaga:
E se Deus existir...?

Coloca a mão na fronte e em desespero clama:
- Deus, se existes, me perdoa. Faze com que aconteça alguma coisa, qualquer coisa para que ninguém beba daquela droga que preparei.
Salva-me, Deus, de cometer um assassinato involuntário.

Ainda se encontrava em oração, quando alguém aciona a campainha do balcão. Pálido, preocupado, ele vai atender.
Era a menina das tranças douradas, com os olhos cheios de lágrimas e uns cacos de vidro na mão.

- Moço, pode preparar de novo, por favor? Tropecei, cai e derrubei o vidro. Perdi todo o remédio. Pode fazer de novo, pode?

O farmacêutico se reanima. Prepara novamente a fórmula, com todo cuidado e a entrega, dizendo que não custa nada. Ainda formula votos de saúde para a mãe da garota.

Desse dia em diante, o farmacêutico reformulou suas idéias. Decidiu ler e estudar a respeito do que dizia não crer e brincava.
Porque embora a sua descrença, Deus que é Pai , atendeu a sua oração e lhe estendeu a Sua misericórdia.

                                         ***
No desdobramento de nossas experiências acabamos todos reconhecendo a presença divina. É algo muito forte em nós.
Mesmo entre pessoas consideradas de má vida, e criminosos, encontraremos vigente o conceito.

" Cremos em Deus nos dá segurança , mas, caminhar-mos com Ele , para Ele e ter-mos a certeza de que somos filhos D'Ele é algo que somente aqueles que o são podem saber a Grande Diferença que nos faz ".

É muito bom saber que, desde sempre, antes mesmo que o conhecêssemos, Deus já cuidava de nós e sempre quis nos mostrar que para obter-mos esta filiação e a Vida Eterna , seria somente através de JESUS CRISTO , Seu Filho , O Messias , que morreu por nós e venceu a tudo e a todos para que por amor a todos nós fossemos perdoados de nossos pecados e salvos , para estarmos com Ele na
Eternidade .

Lembre-se disto sempre que  :
Deus Pai , Deus Filho , Deus Espírito Santo  estão próximos para ouvir a sua voz , mas se voce for filho , Eles estarão sempre ao seu lado.



Escrito por HUMBERTO SANTOS às 22h08
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                                                                      Mente humana

A mente humana grava e executa tudo que lhe é enviado, seja através de palavras, pensamentos ou atos, seus ou de terceiros, sejam positivos ou negativos, basta que você os aceite.

Essa ação sempre acontecerá, independente se traga ou não resultados positivos para você. Um cientista de Phoenix - Arizona
queria provar essa teoria. Precisava de um voluntário que chegasse às últimas conseqüências. Conseguiu um em uma penitenciária.

Era um condenado à morte que seria executado na penitenciária de St. Louis, no estado de Missouri, onde existe pena de morte executada em cadeira elétrica. Propôs a ele o seguinte: ele participaria de uma experiência científica, na qual seria feito um pequeno corte em seu pulso, o suficiente para gotejar o seu sangue até a última gota final. Ele teria uma chance de sobreviver, caso o sangue coagulasse. 

Se isso acontecesse, ele seria libertado. Caso contrário, ele iria falecer pela perda do sangue, porém, teria uma morte sem sofrimento e sem dor. O condenado aceitou, pois era preferível do que morrer na cadeira elétrica e ainda teria uma chance de sobreviver.

O condenado foi colocado em uma cama alta, dessas de hospitais e amarram o seu corpo para que não se movesse. Fizeram um pequeno corte em seu pulso. Abaixo do pulso, foi colocado uma pequena vasilha de alumínio. Foi dito a ele que ouviria o gotejar de seu sangue na vasilha. O corte foi superficial e não atingiu nenhuma artéria ou veia, mas foi o suficiente para ele sentisse que seu pulso fora cortado. 

Sem que ele soubesse, debaixo da cama havia um frasco de soro com uma pequena válvula. Ao cortarem o pulso, abriram a válvula do frasco para que ele acreditasse que era o sangue dele que estava caindo na vasilha de alumínio. Na verdade, era o soro do frasco que gotejava. De 10 em 10 minutos, o cientista, sem que o condenado visse, fechava um pouco a válvula do frasco e o gotejamento diminuía.

O condenado acreditava que era seu sangue que estava diminuindo. Com o passar do tempo, foi perdendo a cor e ficando cada vez mais pálido. Quando o cientista fechou por completo a válvula, o condenado teve uma parada cardíaca e faleceu, sem ter perdido sequer uma gota de sangue.

O cientista conseguiu provar que a mente humana cumpre, ao pé-da-letra, tudo que lhe enviado e aceito pelo seu hospedeiro, seja positivo ou negativo. E que sua ação envolve todo o organismo, quer seja na parte orgânica ou psíquica.

Essa história é um alerta para filtrarmos o que enviamos para nossa mente, pois ela não distingue o real da fantasia, o certo do errado: simplesmente grava e cumpre o que lhe é enviado.



Escrito por HUMBERTO SANTOS às 22h07
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